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    • Deposteron (Cipionato de Testosterona)

      DEPOSTERON®
      Cipionato de Testosterona

      APRESENTAÇÃO
      Solução oleosa injetável: caixas com 1 e 3 ampolas de 2 ml



      USO ADULTO



      COMPOSIÇÃO
      Cada ampola contém:
      Cipionato de testosterona...................................... ............................................... 200 mg
      Veículo oleoso q.s.p............................................. .................................................. .. 2 ml
      (Álcool benzílico, Benzoato de benzila, Óleo de amendoim)

      INFORMAÇÕES AO PACIENTE
      Proteger da luz, calor, umidade e congelamento.
      Não utilize o produto fora do prazo indicado.
      Para sua segurança, mantenha a embalagem até o uso total do medicamento.
      O número de lote e as datas de fabricação e validade estão carimbadas na embalagem do produto.
      Este produto é exclusivo para uso intramuscular.
      Seguir rigorosamente a posologia indicada. Se porventura perder uma dose, usar imediatamente a medicação, mas não aplicar se estiver muito perto da hora da próxima dose.
      Informar ao médico imediatamente a ocorrência de reações desagradáveis como: amarelecimento dos olhos ou pele; fezes ou urina enegrecidas; manchas roxas ou avermelhadas no corpo ou dentro da boca ou nariz; febre, garganta irritada, vômito com sangue, além de outras reações que possam estar associadas ao medicamento.
      Informar ao médico se estiver amamentando.
      Informar ao médico a ocorrência de gravidez durante ou após o tratamento.



      NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA -SAÚDE.



      TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

      INFORMAÇÕES TÉCNICAS
      A testosterona, principal andrógeno natural, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção dos caracteres sexuais secundários masculinos, exercendo ainda importante ação anabolizante.
      Esta última propriedade contribui sobretudo para a aceleração do processo de crescimento na puberdade por -estímulo do crescimento ósseo e modulação do processo de soldadura das epífises dos ossos longos.
      Sob a forma de cipionato tem ação terapêutica prolongada, uma vez que deverá ser hidrolisada in vivo em testosterona livre, sendo neste aspecto, superior ao propionato.
      O cipionato de testosterona liga-se fortemente às proteínas plasmáticas.
      É biotransformado no fígado e eliminado principalmente pela urina. Sua meia-vida é de aproximadamente 8 dias.
      Nos tecidos alvo é convertido a 5-a dihidrotestosterona, a qual suprime por feedback negativo o GRH, o LH e o FSH.
      No homem normal estimula a atividade da enzima RNA-polimerase e a síntese de RNA específico, resultando num aumento de produção de proteínas.
      A testosterona estimula a produção eritrocitária, devido à intensificação que provoca na síntese dos fatores -estimulantes de eritropoiese.



      INDICAÇÕES
      Hipogonadismo primário congênito ou adquirido, quando há insuficiência testicular devido à criptorquidismo, torsão bilateral, orquite, síndrome de ausência testicular ou orquidoctomia.
      Hipogonadismo hipogonadotrófico: quando há deficiência congênita ou adquirida de LH-RH (hormônio liberador do hormônio luteinizante) ou dano hipotalâmico-hipofisário devido a cirurgias, traumas, tumores ou radiação.
      Puberdade retardada: quando há padrão familiar de puberdade tardia, não secundária a uma desordem patológica, em pacientes que não responderam à terapia psicológica de suporte.
      Climatério masculino: como terapia repositora na impotência ou outros sintomas associados a esta desordem, quando a etiologia é devida a uma deficiência androgênica constatada.
      Desnutrição severa na velhice: desde que o aporte protéico seja suficiente.
      Anemias específicas: anemia aplástica, mielofibrosa, mieloesclerose, metaplasia mielóide agnogênica, anemias hipoplásticas causadas por malignidade ou drogas mielotóxicas.
      Carcinoma inoperável de seio: como tratamento paliativo secundário ou terciário do câncer metastático do seio em mulheres com tumores hormônio-receptivos ou que tenham demonstrado previamente resposta à terapia hormonal.



      CONTRA-INDICAÇÕES
      É contra-indicado em portadores de câncer do seio (masculino), câncer ou adenoma da próstata sabido ou suspeito, insuficiência cardíaca, hepática ou renal grave; indivíduos pré-púberes ou em estados agressivos; gravidez.



      ADVERTÊNCIAS
      No tratamento paliativo de câncer do seio descontinuar a terapia se após três meses a doença voltar a progredir ou se for verificada hipocalcemia em qualquer fase do mesmo.
      A androgenoterapia na mulher, mesmo de curta duração, pode precipitar virilização, particularmente vocal e pilosa.
      A androgenoterapia é desaconselhada para melhorar a performance atlética.
      Em crianças, deve-se usar DEPOSTERON® com cautela devido aos efeitos adversos no processo de maturação óssea, que pode ser acelerado sem produzir ganho compensatório no crescimento linear.



      PRECAUÇÕES
      Quando pacientes masculinos, acima de certa idade, são tratados com andrógenos, eles podem ter um risco maior de aumento de tamanho da próstata ou de desenvolvimento de câncer de próstata. Por esta razão, exames de próstata e de sangue são freqüentemente realizados antes de prescrever andrógenos a homens de mais de 50 anos. Os exames podem ser repetidos durante o tratamento.
      Fertilidade: durante o tratamento de longo prazo pode ocorrer oligospermia, azoospermia ou função reduzida do esperma, resultando em possível infertilidade, com remissão espontânea após a descontinuidade da terapia.
      Hipertrofia Prostática Aguda Benigna: pacientes com esta condição podem desenvolver obstrução uretral aguda, exigindo suspensão imediata da medicação.
      Monitoramento: deve-se determinar freqüentemente os níveis séricos e urinários de cálcio em mulheres portadoras de carcinoma metastático do seio sob tratamento com testosterona.
      Durante o tratamento em meninos em idade pré-puberal, fazer radiografia óssea a cada 6 meses.
      Porfiria aguda intermitente: cautela em pacientes que já apresentam este quadro. Andrógenos podem precipitar ataques desta afecção.
      É usualmente preferível iniciar o tratamento com doses terapêuticas plenas e ajustar posteriormente às características individuais.



      INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
      Os seguintes fármacos podem interagir com DEPOSTERON®:
      - Adreno, glico ou mineralocorticóides; corticotrofina; alimentos ou medicação contendo sódio (podem -aumentar o risco de edema e predispor à acne).
      - Antidiabéticos orais ou insulina (pode haver redução dos níveis séricos de glicose).
      - Somatotrofina (pode acelerar a maturação das epífises).
      - Medicamentos hepatotóxicos (a incidência de hepatotoxicidade pode ser aumentada).



      REAÇÕES ADVERSAS
      As seguintes reações exigem acompanhamento médico: virilização e irregularidades menstruais em mulheres, irritabilidade da bexiga, ginecomastia, epididimite em homens.
      Anafilaxia, edema, eritrocitose, irritação gastrointestinal, hipercalcemia e policitomia, alopecia androgênica, seborréia e acne, em homens e mulheres. Carcinoma, hipertrofia prostática e aumento do desejo sexual podem se desenvolver em pacientes idosos.
      São reações adversas de incidência rara ocorridas durante terapia de longo prazo ou com altas dosagens: necrose hepática, leucopenia, púrpura hepática.
      Outras reações raras são: constipação, náusea, diarréia, infecção, vermelhidão, dor ou irritação no local da injeção, alterações na libido, dor estomacal, dificuldade no sono, impotência, atrofia testicular, cefaléia, ansiedade, depressão, parestesia generalizada, apnéia do sono, rash cutâneo.

      POSOLOGIA
      Hipogonadismo, climatério e impotência (terapia de reposição masculina): 50 a 400 mg, I.M., a cada 2 a 4 -semanas.
      Puberdade retardada masculina (terapia de reposição): 25 a 200 mg, a cada 2 a 4 semanas, por um período usualmente limitado a 6 meses.
      Antineoplásico, em câncer inoperável do seio (feminino): 200 a 400 mg, I.M., a cada 2 a 4 semanas.
      Vias e cuidados especiais de administração:
      O uso da agulha ou seringa úmidas pode causar turvação na solução, o que não afeta, entretanto, a efetividade da medicação.
      Se porventura verificar a formação de cristais nas ampolas, o aquecimento e agitação podem proporcionar a redissolução imediata.
      A injeção intra-muscular deve ser administrada profundamente no músculo glúteo ou no deltóide, em caso de indivíduos grandes.
      Não administrar intravenosamente.
      Agite bem antes de usar.
      Conservar abaixo de 40° C (ideal entre 30° C e 15° C) e proteger do congelamento.

      SUPERDOSAGEM
      Doses freqüentes podem desencadear sintomas de sobredosagem de remissão lenta, por tratar-se de medicamento de longa ação. Recomenda-se suspender imediatamente o medicamento.



      VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA



      Farm. Resp.: Dra. Maria Geisa P. de Lima e Silva - CRF - SP nº 8.082
      Registro MS nº 1.0583.0173
      NOVAQUÍMICA - SIGMA PHARMA
      Divisão da Nature's Plus Farmacêutica Ltda.
      Rodovia SP-101, km 08 - Hortolândia - SP - CEP 13186-481
      C.G.C. 45.992.062/0003-27 - Indústria Brasileira
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      RidricK

      Re: Depoimentos, criticas e sugestões

      Comprei Lipo6 Ultra com o cara. 100% garantido.

      Aprovo.

      Abcs.

      RidricK Hoje, 08:00 PM Ir para último post
      Harold Abreu

      Re: Dúvida M-Drol.

      Sou iniciante vou começar a malhar agora, seria contra indicado eu começar com o M-drol.?

      Harold Abreu Hoje, 07:53 PM Ir para último post
      ThiagoRob

      Re: 1º ciclo de OXA x STANO X PROPRIONATO

      Meu aeróbico esta caprichado, e mantendo o foco... Pretendo iniciar o ciclo ao chegar nos 80kg...
      Meu proprionato é Testorgar 25mg/ml.

      ThiagoRob Hoje, 06:48 PM Ir para último post
      oseas

      Re: Muita "Massa Gorda" pra queimar!

      Com tanta "massa gorda" para queimar, eu preciso me preocupar AGORA com minha massa magra?[/QUOTE]

      lógico que sim!!! quanto mais massa magra,menos

      oseas Hoje, 06:10 PM Ir para último post
      oseas

      CPWO - Troque o Malto/Dextrose por MCT

      1. CPWO - Troque o Malto/Dextrose por MCT
      A grande descoberta – Mude seu shake pós treino e veja seu corpo mudar.


      Devido a tanto email que a musclepan tem recebido com a mesma pergunta, resolvemos escrever esse artigo, a pergunta era “ por que não vendemos maltodextrina importada”

      A resposta rápida é: Porque não existe maltodextrina, a não ser dextrose, e vamos explicar porque também não vendemos.

      De facto esse assunto já foi abordado varias vezes por muitas pessoas e ainda gera uma certa incerteza sobre o uso de “MALTODEXTRINA/DEXTROSE” no pós treino, depois das recentes descoberta com MCT(triglicérides de cadeia média) na verdade esse assunto já é batido em paises como Estados Unidos e Europa, mais pela cultura fitness do brasil em agregar valores que já vem “dando certo” ou simplesmente por que todo mundo usa, faz com que a maioria NUNCA

      oseas Hoje, 05:56 PM Ir para último post
      pcassiano

      Muita "Massa Gorda" pra queimar!

      Tenho muita "massa gorda" para queimar. Estou fazendo dieta, exercícios e tomando termogênico. Porém, conversando com um amigo "marombado", ele recomendou tomar alguma

      pcassiano Hoje, 05:54 PM Ir para último post

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